Este blog faz parte da disciplina de Estágio, vivência e docência ministrada pela Prof. Rosely Archela, aula esta ministrada no 3º ano de Geografia - Matutino da Universidade Estadual de Londrina. Esta atividade tem como principal objetivo divulgar os trabalhos realizados durante o decorrer do ano pelos alunos. Com isto os trabalhos de todos os alunos ficam acessíveis a todos que queiram utilizá-los em suas pesquisas, isto, ajuda também na avalição dos trabalhos pela professora e também na organização dos alunos em relação aos seus trabalhos.
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Este blog faz parte da disciplina de Estágio, vivência e docência ministrada pela Prof. Rosely Archela, aula esta ministrada no 3º ano de Geografia - Matutino da Universidade Estadual de Londrina. Esta atividade tem como principal objetivo divulgar os trabalhos realizados durante o decorrer do ano pelos alunos. Com isto os trabalhos de todos os alunos ficam acessíveis a todos que queiram utilizá-los em suas pesquisas, isto, ajuda também na avalição dos trabalhos pela professora e também na organização dos alunos em relação aos seus trabalhos.
Plano de aula - Geografia, homem e Paisagem
Introdução
Aula planejada a ser ministrada na 5º série do ensino fundamental, abordando o tema, Geografia, Paisagem e o Homem.
Objetivos
Após a aula espera-se que o aluno tenha o conhecimento sobre o conceito de paisagem e as relações entre o homem, a paisagem e a geografia e que a paisagem é conceitualmente dividida em paisagem natural e cultural entendendo assim que na cidade onde mora praticamente toda a paisagem que ele vê é paisagem cultural.
Desenvolvimento
O conteúdo abordado será: Conceito de Paisagem e a diferença entre paisagem natural e cultural e as relações entre Homem, paisagem e Geografia.
Os conteúdos serão passados para os alunos através de uma aula expositiva de 20 minutos utilizando o quadro-negro, e varias imagens para compreender melhor o tema paisagem.
Após a aula expositiva os alunos receberam alguns exercícios para ser feito em sala de aula, exercícios apenas para fixação do conteúdo teórico e terão também que realizar uma atividade em casa onde eles irão fazer uma descrição do trajeto de sua casa até a escola relatando o que mudou neste percurso no período que eles passam por lá.Qual foi a transformação da paisagem de determinado local.
Instrumentos utilizados
- Quadro-negro
- Livro didático
-E imagens de diversos livros.
Bibliograifa
ADAS, Melhem; Geografia, homem e paisagem; Geografia – noções básicas de Geografia; Moderna; São Paulo; 3º edição, 2003.
LUCCI,Elian Elabi, BRANCO, Anselmo Lazaro; Geografia – Homem & Espaço- 5º Série; Editora Saraiva; São Paulo; 18ª Edição , 2004.
Aula planejada a ser ministrada na 5º série do ensino fundamental, abordando o tema, Geografia, Paisagem e o Homem.
Objetivos
Após a aula espera-se que o aluno tenha o conhecimento sobre o conceito de paisagem e as relações entre o homem, a paisagem e a geografia e que a paisagem é conceitualmente dividida em paisagem natural e cultural entendendo assim que na cidade onde mora praticamente toda a paisagem que ele vê é paisagem cultural.
Desenvolvimento
O conteúdo abordado será: Conceito de Paisagem e a diferença entre paisagem natural e cultural e as relações entre Homem, paisagem e Geografia.
Os conteúdos serão passados para os alunos através de uma aula expositiva de 20 minutos utilizando o quadro-negro, e varias imagens para compreender melhor o tema paisagem.
Após a aula expositiva os alunos receberam alguns exercícios para ser feito em sala de aula, exercícios apenas para fixação do conteúdo teórico e terão também que realizar uma atividade em casa onde eles irão fazer uma descrição do trajeto de sua casa até a escola relatando o que mudou neste percurso no período que eles passam por lá.Qual foi a transformação da paisagem de determinado local.
Instrumentos utilizados
- Quadro-negro
- Livro didático
-E imagens de diversos livros.
Bibliograifa
ADAS, Melhem; Geografia, homem e paisagem; Geografia – noções básicas de Geografia; Moderna; São Paulo; 3º edição, 2003.
LUCCI,Elian Elabi, BRANCO, Anselmo Lazaro; Geografia – Homem & Espaço- 5º Série; Editora Saraiva; São Paulo; 18ª Edição , 2004.
domingo, 16 de setembro de 2007
Análise dos portfólios
Após a observar diversos portifólios resolvi comentar no blog de Nathália Prado Rosolém,e no de Marcel S. R. Manaia, alunos do terceiro ano de Geografia da Universidade Estadual de Londrina, que trataram com os respectivos instrumentos de ensino, a imagem de satélites e maquetes.
No blogg da nathália encontrei um trabalho com uma linguagem clara e objetiva, a autora expressa o significado da imagem de satélite e toda sua importância para o ensino de Geografia muito bem.A foto colocada no artigo foi de muito boa escolha e conseguiu mostrar bem uma imagen de satélite, tema do seu artigo.Além disso a autora aponta a necessidade que o profissional do ensino tem de atualizar seus instrumentos de trabalho, expondo uma citação do MEC de 1998, onde é reforçado a importância do uso de novas tecnologias no Ensino. O dialogo com outras obras também foi muito importante, pois mostrou mais claramente a importancia deste instrumento, sem contar na excelente bilbiografia que ela utilizou.
O artigo do Marcel foi muito bem montado e apresentado, o uso de imagens mostrando ulgumas maquetes foi muito bom, pois ajuda a mostar a sua importancia não só na teoria mais também mostrando a prática destas. O artigo mostra todos os detalher de como usar e construir uma maquete no ensino de Geografia, e também mostra a importância do uso de maquetes no ensino para deficientes visuais, que se torna uma aprendizagem realizada pela percepção do tato nas maquetes e o alunos deficientes visuais podem aprender através das diferentes texturas e relevos como que se dá a distinção de relevos por exemplo, enfim mostra que a maquete seria um instrumento de entendimento e aprendizagem para a materialização do abstrato.o termina o artigo com uma excelente frase que mostra perfeitamente a importância da maquete para todos nós.
De modo geral os dois artigos estão muito bem montados e estruturados e pelo que vimos conseguem passar a mensagem que propuseram. Pois fizeram bons artigos e mostraram de maneira facil a utilização destes recursos no ensino de Geografia encorajando assim o uso destes recursos pelos professores.
Bilbiografia
Disponível em http://geomarcel.blogspot.com/ acessado em 13 set.
Disponível em http://nathaliarosolem.blogspot.com/ acessado em 13 set.
No blogg da nathália encontrei um trabalho com uma linguagem clara e objetiva, a autora expressa o significado da imagem de satélite e toda sua importância para o ensino de Geografia muito bem.A foto colocada no artigo foi de muito boa escolha e conseguiu mostrar bem uma imagen de satélite, tema do seu artigo.Além disso a autora aponta a necessidade que o profissional do ensino tem de atualizar seus instrumentos de trabalho, expondo uma citação do MEC de 1998, onde é reforçado a importância do uso de novas tecnologias no Ensino. O dialogo com outras obras também foi muito importante, pois mostrou mais claramente a importancia deste instrumento, sem contar na excelente bilbiografia que ela utilizou.
O artigo do Marcel foi muito bem montado e apresentado, o uso de imagens mostrando ulgumas maquetes foi muito bom, pois ajuda a mostar a sua importancia não só na teoria mais também mostrando a prática destas. O artigo mostra todos os detalher de como usar e construir uma maquete no ensino de Geografia, e também mostra a importância do uso de maquetes no ensino para deficientes visuais, que se torna uma aprendizagem realizada pela percepção do tato nas maquetes e o alunos deficientes visuais podem aprender através das diferentes texturas e relevos como que se dá a distinção de relevos por exemplo, enfim mostra que a maquete seria um instrumento de entendimento e aprendizagem para a materialização do abstrato.o termina o artigo com uma excelente frase que mostra perfeitamente a importância da maquete para todos nós.
De modo geral os dois artigos estão muito bem montados e estruturados e pelo que vimos conseguem passar a mensagem que propuseram. Pois fizeram bons artigos e mostraram de maneira facil a utilização destes recursos no ensino de Geografia encorajando assim o uso destes recursos pelos professores.
Bilbiografia
Disponível em http://geomarcel.blogspot.com/ acessado em 13 set.
Disponível em http://nathaliarosolem.blogspot.com/ acessado em 13 set.
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
Entrevistas como recurso didático para o ensino de Geografia
As várias formas de entrevistas científicas: algumas vantagens e desvantagens
Num momento da pesquisa o objetivo do pesquisador é conseguir informações ou coletar dados que não seriam possíveis somente através da pesquisa bibliográfica e da observação. Uma das formas que complementariam estas coletas de dados seria a entrevista. A entrevista é definida por Haguette (1997:86) como um “processo de interação social entre duas pessoas na qual uma delas, o entrevistador, tem por objetivo a obtenção de informações por parte do outro, o entrevistado”. A entrevista como coleta de dados sobre um determinado tema científico é a técnica mais utilizada no processo de trabalho de campo. Através dela os pesquisadores buscam obter informações, ou seja, coletar dados objetivos e subjetivos. Os dados objetivos podem ser obtidos também através de fontes secundárias tais como: censos, estatísticas, etc. Já os dados subjetivos só poderão ser obtidos através da entrevista, pois que, eles se relacionam com os valores, às atitudes e às opiniões dos sujeitos entrevistados.
A preparação da entrevista é uma das etapas mais importantes da pesquisa que requer tempo e exige alguns cuidados, entre eles destacam-se: o planejamento da entrevista, que deve ter em vista o objetivo a ser alcançado; a escolha do entrevistado, que deve ser alguém que tenha familiaridade com o tema pesquisado; a oportunidade da entrevista, ou seja, a disponibilidade do entrevistado em fornecer a entrevista que deverá ser marcada com antecedência para que o pesquisador se assegure de que será recebido; as condições favoráveis que possam garantir ao entrevistado o segredo de suas confidências e de sua identidade e, por fim, a preparação específica que consiste em organizar o roteiro ou formulário com as questões importantes (LAKATOS, 1996).
Quanto à formulação das questões o pesquisador deve ter cuidado para não elaborar perguntas absurdas, arbitrárias, ambíguas, deslocadas ou tendenciosas. As perguntas devem ser feitas levando em conta a seqüência do pensamento do pesquisado, ou seja, procurando dar continuidade na conversação, conduzindo a entrevista com um certo sentido lógico para o entrevistado. Para se obter uma narrativa natural muitas vezes não é interessante fazer uma pergunta direta, mas sim fazer com que o pesquisado relembre parte de sua vida. Para tanto o pesquisador pode muito bem ir suscitando a memória do pesquisado (BOURDIEU, 1999).
As formas de entrevistas mais utilizadas são: a entrevista estruturada, semi-estruturada, aberta, entrevistas com grupos focais, história de vida e também a entrevista projetiva. Ao discorrermos sobre eles tentaremos identificar, na medida do possível, quais as vantagens e as desvantagens destes tipos de entrevistas. Mesmo sabendo de antemão que a escolha de quaisquer técnicas de coleta de dados depende particularmente da adequação ao problema da pesquisa.
A entrevista projetiva é aquela centrada em técnicas visuais, isto é, a utilização de recursos visuais onde o entrevistador pode mostrar: cartões, fotos, filmes, etc ao informante. Esta técnica permite evitar respostas diretas e é utilizada para aprofundar informações sobre determinado grupo ou local (HONNIGMANN, 1954 apud MINAYO, 1993).
Com relação à história de vida (HV), para as finalidades a que se propõe este artigo, abordaremos como uma entrevista em profundidade na qual o pesquisador constantemente interage com o informante. Sua principal função é retratar as experiências vivenciadas por pessoas, grupos ou organizações. Existem dois tipos de HV: a completa, que retrata todo o conjunto da experiência vivida e a tópica, que focaliza uma etapa ou um determinado setor da experiência em questão (MINAYO,1993). A HV tem como ponto principal permitir que o informante retome sua vivência de forma retrospectiva. Muitas vezes durante a entrevista acontece a liberação de pensamentos reprimidos que chegam ao entrevistador em tom de confidência. Esses relatos fornecem um material extremamente rico para análise. Neles se encontram o reflexo da dimensão coletiva a partir da visão individual.
As entrevistas com grupos focais é uma técnica de coleta de dados cujo objetivo principal é estimular os participantes a discutir sobre um assunto de interesse comum, ela se apresenta como um debate aberto sobre um tema. Os participantes são escolhidos a partir de um determinado grupo cujas idéias e opiniões são do interesse da pesquisa. Esta técnica pode ser utilizada com um grupo de pessoas que já se conhecem previamente ou então com um grupo de pessoas que ainda não se conhecem. A discussão em grupo se faz em reuniões com um pequeno número de informantes, ou seja, de 6 a 8 participantes. Geralmente conta com a presença de um moderador que intervém sempre que achar necessário, tentando focalizar e aprofundar a discussão. A primeira tarefa do moderador é a sua própria apresentação e também uma rápida apresentação do tema que será discutido. Logo após os participantes do grupo devem se apresentar. Neste método de entrevista os participantes levam em conta os pontos de vista dos outros para a formulação de suas respostas e também podem tecer comentários sobre suas experiências e a dos outros (BAUER & GASKELL, 2002). Não existe um consenso que determina quando este método é mais eficaz que a entrevista individual pois, a escolha do método sempre irá depender da natureza da pesquisa, dos objetivos da pesquisa, dos tipos de entrevistados e também depende da habilidade e preferência do pesquisador. Entretanto, podemos considerar que a discussão em grupo visa muitas vezes complementar a entrevista individual e até a observação participante.
As entrevistas estruturadas são elaboradas mediante questionário totalmente estruturado, ou seja, é aquela onde as perguntas são previamente formuladas e tem-se o cuidado de não fugir a elas. O principal motivo deste zelo é a possibilidade de comparação com o mesmo conjunto de perguntas e que as diferenças devem refletir diferenças entre os respondentes e não diferença nas perguntas (LODI, 1974 apud LAKATOS, 1996). Os questionários podem ser enviados aos informantes através do correio ou de um portador. Quando isso acontece deve-se enviar uma nota explicando a natureza da pesquisa.
A entrevista estruturada ou questionário geralmente é utilizado nos censos como, por exemplo, os do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), nas pesquisas de opinião, nas pesquisas eleitorais, nas pesquisas mercadológicas, pesquisas de audiência, etc.
Algumas das principais vantagens de um questionário é que nem sempre é necessário a presença do pesquisador para que o informante responda as questões. Além disso, o questionário consegue atingir várias pessoas ao mesmo tempo obtendo um grande número de dados, podendo abranger uma área geográfica mais ampla se for este o objetivo da pesquisa. Ele garante também uma maior liberdade das respostas em razão do anonimato, evitando viéses potenciais do entrevistador. Geralmente, através do questionário, obtêm-se respostas rápidas e precisas. Mesmo sofrendo muitas críticas o questionário continua sendo muito utilizado nas diversas áreas. Algumas desvantagens da sua utilização são: a percentagem de retorno dos questionários enviados pelo correio geralmente é pequena e quando a devolução é tardia prejudica o andamento da pesquisa. Muitas vezes há um número grande de perguntas sem respostas. Outra desvantagem é a dificuldade de compreensão da pergunta por parte do respondente quando o pesquisador está ausente.
A técnica de entrevistas abertas atende principalmente finalidades exploratórias, é bastante utilizada para o detalhamento de questões e formulação mais precisas dos conceitos relacionados. Em relação a sua estruturação o entrevistador introduz o tema e o entrevistado tem liberdade para discorrer sobre o tema sugerido. É uma forma de poder explorar mais amplamente uma questão. As perguntas são respondidas dentro de uma conversação informal. A interferência do entrevistador deve ser a mínima possível, este deve assumir uma postura de ouvinte e apenas em caso de extrema necessidade, ou para evitar o término precoce da entrevista, pode interromper a fala do informante.
A entrevista aberta é utilizada quando o pesquisador deseja obter o maior número possível de informações sobre determinado tema, segundo a visão do entrevistado, e também para obter um maior detalhamento do assunto em questão. Ela é utilizada geralmente na descrição de casos individuais, na compreensão de especificidades culturais para determinados grupos e para comparabilidade de diversos casos (MINAYO, 1993).
As entrevistas semi-estruturadas combinam perguntas abertas e fechadas, onde o informante tem a possibilidade de discorrer sobre o tema proposto. O pesquisador deve seguir um conjunto de questões previamente definidas, mas ele o faz em um contexto muito semelhante ao de uma conversa informal. O entrevistador deve ficar atento para dirigir, no momento que achar oportuno, a discussão para o assunto que o interessa fazendo perguntas adicionais para elucidar questões que não ficaram claras ou ajudar a recompor o contexto da entrevista, caso o informante tenha “fugido” ao tema ou tenha dificuldades com ele. Esse tipo de entrevista é muito utilizado quando se deseja delimitar o volume das informações, obtendo assim um direcionamento maior para o tema, intervindo a fim de que os objetivos sejam alcançados.
A principal vantagem da entrevista aberta e também da semi-estruturada é que essas duas técnicas quase sempre produzem uma melhor amostra da população de interesse. Ao contrário dos questionários enviados por correio que têm índice de devolução muito baixo, a entrevista tem um índice de respostas bem mais abrangente, uma vez que é mais comum as pessoas aceitarem falar sobre determinados assuntos (SELLTIZ et allii, 1987). Outra vantagem diz respeito à dificuldade que muitas pessoas têm de responder por escrito. Nos dois tipos de entrevista isso não gera nenhum problema, pode-se entrevistar pessoas que não sabem ler ou escrever. Além do mais, esses dois tipos de entrevista possibilitam a correção de enganos dos informantes, enganos que muitas vezes não poderão ser corrigidos no caso da utilização do questionário escrito.
As técnicas de entrevista aberta e semi-estruturada também têm como vantagem a sua elasticidade quanto à duração, permitindo uma cobertura mais profunda sobre determinados assuntos. Além disso, a interação entre o entrevistador e o entrevistado favorece as respostas espontâneas. Elas também são possibilitadoras de uma abertura e proximidade maior entre entrevistador e entrevistado, o que permite ao entrevistador tocar em assuntos mais complexos e delicados, ou seja, quanto menos estruturada a entrevista maior será o favorecimento de uma troca mais afetiva entre as duas partes. Desse modo, estes tipos de entrevista colaboram muito na investigação dos aspectos afetivos e valorativos dos informantes que determinam significados pessoais de suas atitudes e comportamentos. As respostas espontâneas dos entrevistados e a maior liberdade que estes têm podem fazer surgir questões inesperadas ao entrevistador que poderão ser de grande utilidade em sua pesquisa.
Tanto na entrevista aberta como na semi-estruturada, temos a possibilidade da utilização de recursos visuais, como cartões, fotografias, o que pode deixar o entrevistado mais à vontade e fazê-lo lembrar de fatos, o que não seria possível num questionário, por exemplo (SELLTIZ et allii, 1987).
Quanto as desvantagens da entrevista aberta e semi-estruturada, estas dizem respeito muito mais as limitações do próprio entrevistador, como por exemplo: a escassez de recursos financeiros e o dispêndio de tempo. Por parte do entrevistado há insegurança em relação ao seu anonimato e por causa disto muitas vezes o entrevistado retém informações importantes. Essas questões são, ainda assim, melhor apreendidas pela entrevista aberta e semi-estruturada.
Vale lembrar que a qualidade das entrevistas depende muito do planejamento feito pelo entrevistador. “A arte do entrevistador consiste em criar uma situação onde as respostas do informante sejam fidedignas e válidas” ( SELLTIZ, 1987:644). A situação em que é realizada a entrevista contribui muito para o seu sucesso, o entrevistador deve transmitir, acima de tudo, confiança ao informante.
O autor aconselha, na medida do possível, falar a mesma língua do pesquisado, ou seja, o pesquisador deve descer do pedestal cultural e deixar de lado momentaneamente seu capital cultural para que ambos, pesquisador e pesquisado possam se entender. Se isso não acontecer provavelmente o pesquisado se sentirá constrangido e a relação entre ambos se tornará difícil. O pesquisador deve fazer tudo para diminuir a violência simbólica que é exercida através dele mesmo.
Em algumas pesquisas são utilizados os pesquisadores ocasionais. São pessoas instruídas com técnicas de pesquisa e que têm acesso a certo grupo que se deseja pesquisar, essas pessoas devem ter uma certa familiaridade com o grupo. Esta estratégia pode ser utilizada, mas com cuidado pois, os pesquisadores ocasionais podem deixar de fornecer instrumentos mais precisos para posterior análise. Portanto, na medida do possível, o próprio pesquisador deve fazer a entrevista, afinal, é ele que melhor sabe o que está procurando.
Durante a entrevista o pesquisador precisa estar sempre pronto a enviar sinais de entendimento e de estímulo, com gestos, acenos de cabeça, olhares e também sinais verbais como de agradecimento, de incentivo. Isto irá facilitar muito essa troca, essa relação. O pesquisado deve notar que o pesquisador está atento escutando a sua narrativa e ele deve procurar intervir o mínimo possível para não quebrar a seqüência de pensamento do entrevistado.
A entrevista deve proporcionar ao pesquisado bem-estar para que ele possa falar sem constrangimento de sua vida e de seus problemas e quando isso ocorre surgem discursos extraordinários. Bourdieu (1999) cita que os pesquisados mais carentes geralmente aproveitam essa situação para se fazer ouvir, levar para os outros sua experiência e muitas vezes é até uma ocasião para eles se explicarem, isto é, construírem seu próprio ponto de vista sobre eles mesmos e sobre o mundo. Por vezes esses discursos são densos, intensos e dolorosos e dão um certo alívio ao pesquisado. Alívio por falar e ao mesmo tempo refletir sobre um assunto que talvez os reprimam. Neste caso pode-se até dizer que seja uma auto-análise provocada e acompanhada.
O pesquisador deve levar em conta que no momento da entrevista ele estará convivendo com sentimentos, afetos pessoais, fragilidades, por isso todo respeito à pessoa pesquisada. O pesquisador não pode esquecer que cada um dos pesquisados faz parte de uma singularidade, cada um deles têm uma história de vida diferente, têm uma existência singular. Portanto nada de distração durante a entrevista, precisa-se estar atento e atencioso com o informante. Além disso, ao realizar o relatório da pesquisa é dever do pesquisador se esforçar ao máximo para situar o leitor de que lugar o entrevistado fala, qual o seu espaço social, sua condição social e quais os condicionamentos dos quais o pesquisado é o produto. Tem que ficar claro para o leitor a tomada de posição do pesquisado.
Durante todo o processo da pesquisa o pesquisador terá que ler nas entrelinhas, ou seja, ele tem que ser capaz de reconhecer as estruturas invisíveis que organizam o discurso do entrevistado. Dessa forma, durante a entrevista o pesquisador precisa estar alerta pois, o pesquisado pode tentar impor sua definição de situação de forma consciente ou inconsciente. Ele também poderá tentar passar uma imagem diferente dele mesmo.
A presença do gravador, como instrumento de pesquisa, em alguns casos pode causar inibição, constrangimento aos entrevistados. Em outros casos o pesquisado poderá assumir um papel que não é o seu, assumir um personagem que nada tem a ver com ele, ou seja, ele pode incorporar o personagem que ele acha que o pesquisador quer ouvir. Sendo assim, consciente ou inconscientemente o pesquisado estará tentando enganar o pesquisador.
Uma entrevista bem sucedida depende muito do domínio do entrevistador sobre as questões previstas no roteiro. O conhecimento ou familiaridade com o tema evitará confusões e atrapalhos por parte do entrevistador, além disso, perguntas claras favorecem respostas também claras e que respondem aos objetivos da investigação.
Bourdieu (1999) também aponta algumas sugestões para com a transcrição da entrevista que é parte integrante da metodologia do trabalho de pesquisa. Uma transcrição de entrevista não é só aquele ato mecânico de passar para o papel o discurso gravado do informante pois, de alguma forma o pesquisador tem que apresentar os silêncios, os gestos, os risos, a entonação de voz do informante durante a entrevista. Esses “sentimentos” que não passam pela fita do gravador são muito importantes na hora da análise, eles mostram muita coisa do informante. O pesquisador tem o dever de ser fiel, ter fidelidade quando transcrever tudo o que o pesquisado falou e sentiu durante a entrevista.
O autor também considera como dever do pesquisador a legibilidade, ou seja, aliviar o texto de certas frases confusas de redundâncias verbais ou tiques de linguagem (né, bom, pois é, etc). Este autor também considera como um dever do pesquisador tomar o cuidado de nunca trocar uma palavra por outra, nem mesmo mudar a ordem das perguntas. Portanto considera-se ideal que o próprio pesquisador faça a transcrição da entrevista.
Goldenberg (1997) assinala que para se realizar uma entrevista bem sucedida é necessário criar uma atmosfera amistosa e de confiança, não discordar das opiniões do entrevistado, tentar ser o mais neutro possível. Acima de tudo, a confiança passada ao entrevistado é fundamental para o êxito no trabalho de campo.
Referências
Disponivel em:
acessado em 15/08/2007
terça-feira, 26 de junho de 2007
Relatório de observação de aulas

Introdução
Os alunos do 3º ano matutino do curso de geografia da Universidade Estadual de Londrina realizaram no mês de maio de 2007, um estágio de observação de aulas monitorado pela prof. Roseli Archela. Os alunos foram responsáveis pela escolha de um colégio no qual realizariam esta observação .A observação foi realizada em dupla no período de aula, esta foi suspensa devido há observação das aulas. A observação realizada pelos alunos Leonardo G. Vieira e Pedro H. costa, foi o Colégio Estadual Vicente Rijo.
Breve Histórico do Colégio Estadual Vicente Rijo
O Colégio Estadual Vicente Rijo foi fundado em 1946 com o nome Ginásio Estadual de Londrina. Era localizado onde hoje se situa o Colégio Estadual Marcelino Champagnat, na região central de Londrina.Em 1963 o empresário José Garcia Villar doa o terreno onde começa a ser construído o atual local do Colégio, que está localizado na avenida JK, a construção demorou 10 anos para ser finalizada.O Colégio Estadual Vicente Rijo oferece os ensinos fundamental, médio e técnico, além de duas salas para atender alunos especiais, com mais de 3500 alunos, 200 professores e 43 funcionários.A população de Londrina possui um grande carinho pelo Colégio, que já formou vários políticos, empresários e profissionais liberais, reconhecendo assim os serviços que o Colégio Estadual Vicente Rijo já prestou e cntinua prestando a comunidade.
Relatório das aulas observadas:
1º Aula
Dia:16/05/2007
Série: 5º F
Aula:Geografia
Tema da aula: crescimento populacional.
Comentários
A professora iniciou a aula terminando um exercício da aula passada. O exercício era de construção de um gráfico sobre crescimento da população. Os alunos tiveram muita dificuldade para realizar o exercício, pois eles não haviam aprendido a construir gráficos.O desinteresse dos alunos e as conversas paralelas dificultaram a realização da atividade. A aula acabou sem a professora progredir muito na atividade.
2º Aula
Dia:16/05/2007
Série: 6º série
Aula: Geografia
Tema da aula: fusos horários.
Comentários
A professora iniciou a aula passando um texto no quadro para os alunos, explicando o que são os fusos horários. Os alunos copiaram o texto.Juntamente com o texto a professora passou alguns exercícios para fixar o conteúdo.Os alunos estavam interessados na aula e com isso a aula fluiu muito bem. A aula terminou com a professora corrigindo os exercícios juntamente com os alunos.
3º Aula
Dia:16/05/2007
Série: 7º série
Aula:Geografia
Tema da aula: estrutura geológica, relevo e hidrografia.
Comentários
Os alunos estavam sem o livro didático da 7º série, para suprir essa necessidade à professora passou um texto xerocado para os alunos sobre o conteúdo com exercícios de fixação.A professora utilizou um mapa do mundo para localizar os alunos no espaço, pois estes não tinham conhecimento de alguns países que o texto falava e de exemplos da própria sala para explicar um terremoto.Os alunos ficaram bastante interessados na aula e a aula “caminhou” tranqüilamente.
4º Aula
Dia:28/05/2007
Série: 5º F
Aula:Geografia
Tema da aula: população mundial.
Comentários
Devido à “bagunça” da turma, a professora não conseguiu terminar o exercício de construção do gráfico, retornando a construção deste.Para facilitar a construção do gráfico, a professora distribuiu papel milimetrado para os alunos e passou de carteira em carteira para averiguar se os alunos estavam fazendo corretamente o que ela havia pedido e se estavam precisando de ajuda.Após a construção do gráfico os alunos pintaram e construíram uma legenda para este. Os alunos estavam dispersos e conversando o que dificultou a realização da atividade.
5º Aula
Dia:28/05/2007
Série:5º G
Aula:Geografia
Tema da aula: população mundial.
Comentários
A professora começou também voltando à atividade de construção de gráfico. Ambas as 5º séries apresentaram dificuldade, segundo a professora de geografia, por os alunos não terem aprendido a construir gráficos na disciplina de Matemática.Os alunos também utilizaram papel milimetrado e lápis de cor para construir o gráfico e a professora auxiliou-os passando em suas carteiras para averiguar o que estava sendo feito pelos alunos.A turma dispersou-se um pouco no final da aula, mas a professora conseguiu controlar os alunos.
6º Aula
Dia: 28/05/2007
Série: 6º série
Aula: Geografia
Tema da aula: I.D.H.
Comentários
Devido à “bagunça” a professora mapeou a sala, os alunos não estavam respeitando esse mapeamento e a professora demorou um pouco para colocá-los em seus lugares para poder dar prosseguimento à aula.Nesta série os alunos também estavam aprendendo a construir gráfico, no caso de I.D.H. Estavam utilizando, também, papel milimetrado e lápis de cor.Para manter a sala concentrada a professora mandou um aluno para fora, pois este estava sem material e dispersando o restante da sala. Ao final da aula, todos os alunos estavam interessados na atividade, mas alguns alunos estavam atrapalhando o andamento da aula e a professora mandou outro aluno para fora para tentar manter o controle da sala.
7º Aula
Dia: 28/05/2007
Série: 5º G
Aula: Geografia
Tema da aula: população mundial.
Comentários
A turma havia acabado de voltar do intervalo e estava bastante agitada, conversando muito e bastante dispersa. A professora mandou um aluno para fora, pois este estava tacando bolinhas de papel em seu colega.A aula de construção de gráfico mal havia começado devido a “bagunça”, quando a coordenadora apareceu para dar um recado e aproveitou para conversar com os alunos a respeito da “bagunça” que a sala estava fazendo em todas as aulas, não só na aula de geografia.Após a conversa, os alunos parecem ter acatado ao recado da coordenadora e voltaram a fazer os gráficos em silêncio. A professora os ajudou em suas carteiras.
8º Aula
Dia: 28/05/2007
Série: 7º série
Aula: Geografia
Tema da aula: os agentes transformadores do relevo.
Comentários
A aula começou com a professora pedindo um exercício que era para ser realizado em casa. A turma estava agitada e a professora pediu respeito por parte dos alunos, prometendo que se houvesse melhora de seus comportamentos, ela os levaria para um trabalho de campo.A professora passou um texto no quadro e pediu que os alunos copiassem. Como exercício para casa a professora pediu que os alunos desenhassem ou pegassem uma gravura de um vulcão e colassem no caderno.
9º Aula
Dia 30/05/2007
Série: 5º F
Aula: Geografia
Tema da aula: população mundial.
Comentários
A professora voltou à atividade do gráfico, mas agora ensinando a analisar este, ela passou um texto no quadro para suprir a falta de informação a esse respeito no livro e pediu que os alunos copiassem no caderno.A turma copiou e ficou em silêncio tornando a aula mais agradável e dinâmica.
10º Aula
Dia 30/05/2007
Série: 6º série
Aula: Geografia
Tema da aula: I.D.H.
A professora começou a aula com uma conversa amigável a respeito da conversa da sala. Os alunos parecem ter acatado o recado da professora e diminuíram a conversa.Após a conversa, a professora começou a analisar o gráfico construído pelos alunos juntamente com eles. Um texto no quadro auxiliava os alunos a saber o que é o I.D.H. e os critérios para sua avaliação, este texto os alunos tiveram que copiar no caderno.Quando os alunos terminaram de copiar o texto, a professora os ajudou a analisar o gráfico. Dois alunos leram em voz alta, para toda a sala, o texto do livro didático. Após eles lerem a professora explicou o que eles leram.ConclusãoEsta observação de aula nos ajuda a presenciar como que ocorre na prática a relação professor-aluno, que é de fundamental importância para a formação de um profissional de licenciatura de qualquer matéria.
Agradecimentos
Agradecemos a Escola Estadual Vicente Rijo que nos deu a oportunidade de realizar o estágio de observação em suas dependências e a professora de Geografia que nos liberou suas aulas para que esta observação pude-se ser feita.
Bibliografia
Disponível em:http://blogandoemlondrina.blogspot.com/2005/12/reportagem-conhecendo-o-colgio-vicente.htmlAcessado em 26/06/2007.
Os alunos do 3º ano matutino do curso de geografia da Universidade Estadual de Londrina realizaram no mês de maio de 2007, um estágio de observação de aulas monitorado pela prof. Roseli Archela. Os alunos foram responsáveis pela escolha de um colégio no qual realizariam esta observação .A observação foi realizada em dupla no período de aula, esta foi suspensa devido há observação das aulas. A observação realizada pelos alunos Leonardo G. Vieira e Pedro H. costa, foi o Colégio Estadual Vicente Rijo.
Breve Histórico do Colégio Estadual Vicente Rijo
O Colégio Estadual Vicente Rijo foi fundado em 1946 com o nome Ginásio Estadual de Londrina. Era localizado onde hoje se situa o Colégio Estadual Marcelino Champagnat, na região central de Londrina.Em 1963 o empresário José Garcia Villar doa o terreno onde começa a ser construído o atual local do Colégio, que está localizado na avenida JK, a construção demorou 10 anos para ser finalizada.O Colégio Estadual Vicente Rijo oferece os ensinos fundamental, médio e técnico, além de duas salas para atender alunos especiais, com mais de 3500 alunos, 200 professores e 43 funcionários.A população de Londrina possui um grande carinho pelo Colégio, que já formou vários políticos, empresários e profissionais liberais, reconhecendo assim os serviços que o Colégio Estadual Vicente Rijo já prestou e cntinua prestando a comunidade.
Relatório das aulas observadas:
1º Aula
Dia:16/05/2007
Série: 5º F
Aula:Geografia
Tema da aula: crescimento populacional.
Comentários
A professora iniciou a aula terminando um exercício da aula passada. O exercício era de construção de um gráfico sobre crescimento da população. Os alunos tiveram muita dificuldade para realizar o exercício, pois eles não haviam aprendido a construir gráficos.O desinteresse dos alunos e as conversas paralelas dificultaram a realização da atividade. A aula acabou sem a professora progredir muito na atividade.
2º Aula
Dia:16/05/2007
Série: 6º série
Aula: Geografia
Tema da aula: fusos horários.
Comentários
A professora iniciou a aula passando um texto no quadro para os alunos, explicando o que são os fusos horários. Os alunos copiaram o texto.Juntamente com o texto a professora passou alguns exercícios para fixar o conteúdo.Os alunos estavam interessados na aula e com isso a aula fluiu muito bem. A aula terminou com a professora corrigindo os exercícios juntamente com os alunos.
3º Aula
Dia:16/05/2007
Série: 7º série
Aula:Geografia
Tema da aula: estrutura geológica, relevo e hidrografia.
Comentários
Os alunos estavam sem o livro didático da 7º série, para suprir essa necessidade à professora passou um texto xerocado para os alunos sobre o conteúdo com exercícios de fixação.A professora utilizou um mapa do mundo para localizar os alunos no espaço, pois estes não tinham conhecimento de alguns países que o texto falava e de exemplos da própria sala para explicar um terremoto.Os alunos ficaram bastante interessados na aula e a aula “caminhou” tranqüilamente.
4º Aula
Dia:28/05/2007
Série: 5º F
Aula:Geografia
Tema da aula: população mundial.
Comentários
Devido à “bagunça” da turma, a professora não conseguiu terminar o exercício de construção do gráfico, retornando a construção deste.Para facilitar a construção do gráfico, a professora distribuiu papel milimetrado para os alunos e passou de carteira em carteira para averiguar se os alunos estavam fazendo corretamente o que ela havia pedido e se estavam precisando de ajuda.Após a construção do gráfico os alunos pintaram e construíram uma legenda para este. Os alunos estavam dispersos e conversando o que dificultou a realização da atividade.
5º Aula
Dia:28/05/2007
Série:5º G
Aula:Geografia
Tema da aula: população mundial.
Comentários
A professora começou também voltando à atividade de construção de gráfico. Ambas as 5º séries apresentaram dificuldade, segundo a professora de geografia, por os alunos não terem aprendido a construir gráficos na disciplina de Matemática.Os alunos também utilizaram papel milimetrado e lápis de cor para construir o gráfico e a professora auxiliou-os passando em suas carteiras para averiguar o que estava sendo feito pelos alunos.A turma dispersou-se um pouco no final da aula, mas a professora conseguiu controlar os alunos.
6º Aula
Dia: 28/05/2007
Série: 6º série
Aula: Geografia
Tema da aula: I.D.H.
Comentários
Devido à “bagunça” a professora mapeou a sala, os alunos não estavam respeitando esse mapeamento e a professora demorou um pouco para colocá-los em seus lugares para poder dar prosseguimento à aula.Nesta série os alunos também estavam aprendendo a construir gráfico, no caso de I.D.H. Estavam utilizando, também, papel milimetrado e lápis de cor.Para manter a sala concentrada a professora mandou um aluno para fora, pois este estava sem material e dispersando o restante da sala. Ao final da aula, todos os alunos estavam interessados na atividade, mas alguns alunos estavam atrapalhando o andamento da aula e a professora mandou outro aluno para fora para tentar manter o controle da sala.
7º Aula
Dia: 28/05/2007
Série: 5º G
Aula: Geografia
Tema da aula: população mundial.
Comentários
A turma havia acabado de voltar do intervalo e estava bastante agitada, conversando muito e bastante dispersa. A professora mandou um aluno para fora, pois este estava tacando bolinhas de papel em seu colega.A aula de construção de gráfico mal havia começado devido a “bagunça”, quando a coordenadora apareceu para dar um recado e aproveitou para conversar com os alunos a respeito da “bagunça” que a sala estava fazendo em todas as aulas, não só na aula de geografia.Após a conversa, os alunos parecem ter acatado ao recado da coordenadora e voltaram a fazer os gráficos em silêncio. A professora os ajudou em suas carteiras.
8º Aula
Dia: 28/05/2007
Série: 7º série
Aula: Geografia
Tema da aula: os agentes transformadores do relevo.
Comentários
A aula começou com a professora pedindo um exercício que era para ser realizado em casa. A turma estava agitada e a professora pediu respeito por parte dos alunos, prometendo que se houvesse melhora de seus comportamentos, ela os levaria para um trabalho de campo.A professora passou um texto no quadro e pediu que os alunos copiassem. Como exercício para casa a professora pediu que os alunos desenhassem ou pegassem uma gravura de um vulcão e colassem no caderno.
9º Aula
Dia 30/05/2007
Série: 5º F
Aula: Geografia
Tema da aula: população mundial.
Comentários
A professora voltou à atividade do gráfico, mas agora ensinando a analisar este, ela passou um texto no quadro para suprir a falta de informação a esse respeito no livro e pediu que os alunos copiassem no caderno.A turma copiou e ficou em silêncio tornando a aula mais agradável e dinâmica.
10º Aula
Dia 30/05/2007
Série: 6º série
Aula: Geografia
Tema da aula: I.D.H.
A professora começou a aula com uma conversa amigável a respeito da conversa da sala. Os alunos parecem ter acatado o recado da professora e diminuíram a conversa.Após a conversa, a professora começou a analisar o gráfico construído pelos alunos juntamente com eles. Um texto no quadro auxiliava os alunos a saber o que é o I.D.H. e os critérios para sua avaliação, este texto os alunos tiveram que copiar no caderno.Quando os alunos terminaram de copiar o texto, a professora os ajudou a analisar o gráfico. Dois alunos leram em voz alta, para toda a sala, o texto do livro didático. Após eles lerem a professora explicou o que eles leram.ConclusãoEsta observação de aula nos ajuda a presenciar como que ocorre na prática a relação professor-aluno, que é de fundamental importância para a formação de um profissional de licenciatura de qualquer matéria.
Agradecimentos
Agradecemos a Escola Estadual Vicente Rijo que nos deu a oportunidade de realizar o estágio de observação em suas dependências e a professora de Geografia que nos liberou suas aulas para que esta observação pude-se ser feita.
Bibliografia
Disponível em:http://blogandoemlondrina.blogspot.com/2005/12/reportagem-conhecendo-o-colgio-vicente.htmlAcessado em 26/06/2007.
Plano de aula 7º série

TEMA: CONTINENTES E OCEANOS
Introdução
Aula planejada a ser ministrada na Sétima série, do Ensino Fundamental abordará o tema, Continente e Oceanos.
ObjetivosApós a aula espera-se que o aluno absorva o conhecimento básico sobre onde estão localizados os Oceanos, Países e seus respectivos Continentes conteúdo base para todo o ano letivo.
Desenvolvimento
Os conteúdos a serem abordados serão, localização e distribuição dos Continentes e Oceanos.O conteúdo será ministrado através de uma aula expositiva de aproximadamente 20 minutos (Anexo 1), com matéria passada no quadro e utilização de mapa-múndi.Será realizado uma atividade complementar com um mapa-múndi incompleto em preto e branco entregue para cada aluno, abaixo deste mapa-múndi terá uma tabela com o nome de todos os continentes (Anexo 2). Os alunos terão que pintar os continentes e identificar cada um no mapa e identificar também os oceanos. Já a tabela deverá ser preenchida pelos alunos com os países que iremos passar no quadro identificando nos seus respectivos continentes.O mapa servirá para que os alunos possam reconhecer o local de cada continente e oceanos através de pintura de distinção, que tomará cerca de 20 minutos da aula. Após o termino desta atividade com os 10 minutos restantes do período de aula será posto no quadro nome de cerca de 20 países para que os alunos identifiquem a localização dos países nos continentes.
Recursos
· Mapa-múndi;
· Folha de exercício;
· Lápis de cor do professor;
· Lousa.
Avaliação
Após o término das atividades o professor recolherá a folha de exercício e corrigirá em casa para que possa ter noção da absorção do conhecimento exposto em sala.
ANEXO 1
Continentes e Oceanos
O planeta Terra possui uma superfície de 510 milhões de quilômetros quadrados (km2), sendo 71% dessa superfície ocupada pelos oceanos e 29% preenchida pelos continentes.
Oceanos são 5
· Pacífico;
· Atlântico;
· Índico;
· Glacial Ártico;
· Glacial Antártico.
Continentes são 6
· África;
· América;
· Antártida;
· Ásia;
· Europa;
· Oceania.
Mostrar no mapa que estaria pendurado no quadro todos os respectivos oceanos e continentes.
Comentários
Plano de aula apresentado no dia 28/03/2007, realizado em grupo onde tivemos que elaborar um plano de aula para a sétima série do ensino fundamental. Apresentamos a proposta de um capitulo do livro: Novas lições de Geografia: o espaço geográfico da América, Oceania e regiões Polares de Hélio Carlos Garcia e Tito Marcio Garavelho.O trabalho foi revisto pela professora Archela e corrigido pelo grupo.A elaboração desse plano de aula foi de suma importância, pois aprendemos a elaborar e programar uma aula, onde este conhecimento adquirido será importante para quando formos utilizá-lo na pratica.
Bibliografia
GARCIA, Hélio Carlos; GARAVELHO, Tito Marcio. Novas lições de Geografia: o espaço geográfico da América, Oceania e regiões Polares, 7ª série. Ed. Scipione; São Paulo, 2002, p. 8-9.
Introdução
Aula planejada a ser ministrada na Sétima série, do Ensino Fundamental abordará o tema, Continente e Oceanos.
ObjetivosApós a aula espera-se que o aluno absorva o conhecimento básico sobre onde estão localizados os Oceanos, Países e seus respectivos Continentes conteúdo base para todo o ano letivo.
Desenvolvimento
Os conteúdos a serem abordados serão, localização e distribuição dos Continentes e Oceanos.O conteúdo será ministrado através de uma aula expositiva de aproximadamente 20 minutos (Anexo 1), com matéria passada no quadro e utilização de mapa-múndi.Será realizado uma atividade complementar com um mapa-múndi incompleto em preto e branco entregue para cada aluno, abaixo deste mapa-múndi terá uma tabela com o nome de todos os continentes (Anexo 2). Os alunos terão que pintar os continentes e identificar cada um no mapa e identificar também os oceanos. Já a tabela deverá ser preenchida pelos alunos com os países que iremos passar no quadro identificando nos seus respectivos continentes.O mapa servirá para que os alunos possam reconhecer o local de cada continente e oceanos através de pintura de distinção, que tomará cerca de 20 minutos da aula. Após o termino desta atividade com os 10 minutos restantes do período de aula será posto no quadro nome de cerca de 20 países para que os alunos identifiquem a localização dos países nos continentes.
Recursos
· Mapa-múndi;
· Folha de exercício;
· Lápis de cor do professor;
· Lousa.
Avaliação
Após o término das atividades o professor recolherá a folha de exercício e corrigirá em casa para que possa ter noção da absorção do conhecimento exposto em sala.
ANEXO 1
Continentes e Oceanos
O planeta Terra possui uma superfície de 510 milhões de quilômetros quadrados (km2), sendo 71% dessa superfície ocupada pelos oceanos e 29% preenchida pelos continentes.
Oceanos são 5
· Pacífico;
· Atlântico;
· Índico;
· Glacial Ártico;
· Glacial Antártico.
Continentes são 6
· África;
· América;
· Antártida;
· Ásia;
· Europa;
· Oceania.
Mostrar no mapa que estaria pendurado no quadro todos os respectivos oceanos e continentes.
Comentários
Plano de aula apresentado no dia 28/03/2007, realizado em grupo onde tivemos que elaborar um plano de aula para a sétima série do ensino fundamental. Apresentamos a proposta de um capitulo do livro: Novas lições de Geografia: o espaço geográfico da América, Oceania e regiões Polares de Hélio Carlos Garcia e Tito Marcio Garavelho.O trabalho foi revisto pela professora Archela e corrigido pelo grupo.A elaboração desse plano de aula foi de suma importância, pois aprendemos a elaborar e programar uma aula, onde este conhecimento adquirido será importante para quando formos utilizá-lo na pratica.
Bibliografia
GARCIA, Hélio Carlos; GARAVELHO, Tito Marcio. Novas lições de Geografia: o espaço geográfico da América, Oceania e regiões Polares, 7ª série. Ed. Scipione; São Paulo, 2002, p. 8-9.
Análise dos livros didáticos

Análise de livro da 6ª Série
Sumário
O sumário deste livro é dividido em oito unidades e 22 capítulos. As unidades 1, 2 e 3 fazem um apanhado geral de todas as regiões do Brasil, tratando principalmente o aspecto econômico e geral de todas as regiões do Brasil, tratando principalmente o aspecto econômico e social, como a influência do Brasil na América do Sul , a população brasileira e suas migrações, os desequilíbrio sociais e sobre a agricultura, comércio, indústria e o espaço urbano. As unidades 4, 5, 6, 7, 8, irão tratar separadamente as 5 regiões brasileiras, Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte, mostrando suas características particulares nos aspectos físicos, sociais e econômicos. O sumário do livro esta organizado de modo que o aluno entenda o Brasil no geral indo para o particular, como as regiões, fazendo com isso que o aluno tenha um melhor entendimento do assunto.O conteúdo do livro é baseado em uma geografia critica dando ênfase ao econômico e social, quanto a distribuição dos conteúdos podemos notar que o autor segue uma linha que vai do geral para o particular.
Conteúdo
O conteúdo irá trabalhar especificamente do Brasil e suas regiões, como a maioria dos materiais didáticos de 6º série.As propostas metodológicas do autor são bem interessantes, pois ele utiliza muitos mapas, figuras e tabelas para facilitar o aprendizado do aluno, e no final de cada capitulo, ele propõe uma leitura complementar e algumas questões que poderão ser debatidas em sala.
Propostas Metodológicas
O livro didático também possui um manual para o professor, auxiliando o professor sobre os objetivos específicos de cada capitulo e as estratégias que podem ser utilizadas pelo professor no conduzir da aula, e também possui textos de aprofundamento para o professor e as respostas de todos os exercícios propostos.
Comentário
A produção deste texto foi realizada no dia 21/03/2007, realizado em dupla em sala de aula.Essa atividade nos mostrou as diferenças e as semelhanças entre os conteúdos dos livros didáticos de 6º série, pois após o termino do texto ocorreu um debate entre os alunos para por as características do seu material analisado.
Bibliografia
MOREIRA, Igor, Construindo o Espaço Brasileiro, Ed.: Ática – São Paulo, 1999.
Sumário
O sumário deste livro é dividido em oito unidades e 22 capítulos. As unidades 1, 2 e 3 fazem um apanhado geral de todas as regiões do Brasil, tratando principalmente o aspecto econômico e geral de todas as regiões do Brasil, tratando principalmente o aspecto econômico e social, como a influência do Brasil na América do Sul , a população brasileira e suas migrações, os desequilíbrio sociais e sobre a agricultura, comércio, indústria e o espaço urbano. As unidades 4, 5, 6, 7, 8, irão tratar separadamente as 5 regiões brasileiras, Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte, mostrando suas características particulares nos aspectos físicos, sociais e econômicos. O sumário do livro esta organizado de modo que o aluno entenda o Brasil no geral indo para o particular, como as regiões, fazendo com isso que o aluno tenha um melhor entendimento do assunto.O conteúdo do livro é baseado em uma geografia critica dando ênfase ao econômico e social, quanto a distribuição dos conteúdos podemos notar que o autor segue uma linha que vai do geral para o particular.
Conteúdo
O conteúdo irá trabalhar especificamente do Brasil e suas regiões, como a maioria dos materiais didáticos de 6º série.As propostas metodológicas do autor são bem interessantes, pois ele utiliza muitos mapas, figuras e tabelas para facilitar o aprendizado do aluno, e no final de cada capitulo, ele propõe uma leitura complementar e algumas questões que poderão ser debatidas em sala.
Propostas Metodológicas
O livro didático também possui um manual para o professor, auxiliando o professor sobre os objetivos específicos de cada capitulo e as estratégias que podem ser utilizadas pelo professor no conduzir da aula, e também possui textos de aprofundamento para o professor e as respostas de todos os exercícios propostos.
Comentário
A produção deste texto foi realizada no dia 21/03/2007, realizado em dupla em sala de aula.Essa atividade nos mostrou as diferenças e as semelhanças entre os conteúdos dos livros didáticos de 6º série, pois após o termino do texto ocorreu um debate entre os alunos para por as características do seu material analisado.
Bibliografia
MOREIRA, Igor, Construindo o Espaço Brasileiro, Ed.: Ática – São Paulo, 1999.
Análise de Livro da 7ª série

Sumário
Este livro didático da 7º série possui um sumario bem organizado, tendo 6 unidades e 17 capítulos. Divide-se de maneira a facilitar o entendimento do aluno no decorrer das aulas, pois irá tratar nas unidades I, II e III sobre o espaço geográfico mundial, sua organização e regionalização e nas unidades IV, V, VI vai falar sobre a América latina, África e Ásia.
Conteúdo
Na unidade I o autor irá tratar sobre a natureza, a terra, suas transformações físicas, econômicas e sociais. Na unidade II abordará o poder, o espaço e os territórios nacionais, trabalhando também sobre capitalismo, socialismo e a globalização. Na unidade III trabalhará com a regionalização do mundo e sobre desenvolvimento e subdesenvolvimento. Nas unidades IV, V, VI trabalhará com a América latina, a África e a Ásia abordando seus processos de colonização e seus aspectos físicos, sociais e econômicos. O autor utiliza do materialismo histórico e dialético.
Proposta Metodológica
No final de cada capitulo o autor irá propor exercícios que facilitam e fixam o conteúdo passado em sala de aula, e também propõe textos complementares que discutem assuntos mais atuais.No final do livro o autor disponibiliza um Manual do Professor, com muitos textos extras para melhorar a aula do professor e as respostas dos exercícios propostos no final de cada capitulo.A proposta do autor é de grande valia para o aprendizado do aluno e ministração da aula pelo professor no decorrer do ano.
Comentário
Este texto foi produzido no dia 28/03/2007, realizado em dupla e em sala de aula.Como na análise dos livros didáticos de 6º série, a análise dos livros didáticos de 7º série também serviram para notarmos as diferenças e as semelhanças existentes em cada livro. Também acontecendo o debate após o termino da produção dos textos.
Bibliografia
BOLIGIAN, levon [et al.]. O espaço geográfico mundial: o mundo subdesenvolvido. São Paulo. Atual, 2001.
Este livro didático da 7º série possui um sumario bem organizado, tendo 6 unidades e 17 capítulos. Divide-se de maneira a facilitar o entendimento do aluno no decorrer das aulas, pois irá tratar nas unidades I, II e III sobre o espaço geográfico mundial, sua organização e regionalização e nas unidades IV, V, VI vai falar sobre a América latina, África e Ásia.
Conteúdo
Na unidade I o autor irá tratar sobre a natureza, a terra, suas transformações físicas, econômicas e sociais. Na unidade II abordará o poder, o espaço e os territórios nacionais, trabalhando também sobre capitalismo, socialismo e a globalização. Na unidade III trabalhará com a regionalização do mundo e sobre desenvolvimento e subdesenvolvimento. Nas unidades IV, V, VI trabalhará com a América latina, a África e a Ásia abordando seus processos de colonização e seus aspectos físicos, sociais e econômicos. O autor utiliza do materialismo histórico e dialético.
Proposta Metodológica
No final de cada capitulo o autor irá propor exercícios que facilitam e fixam o conteúdo passado em sala de aula, e também propõe textos complementares que discutem assuntos mais atuais.No final do livro o autor disponibiliza um Manual do Professor, com muitos textos extras para melhorar a aula do professor e as respostas dos exercícios propostos no final de cada capitulo.A proposta do autor é de grande valia para o aprendizado do aluno e ministração da aula pelo professor no decorrer do ano.
Comentário
Este texto foi produzido no dia 28/03/2007, realizado em dupla e em sala de aula.Como na análise dos livros didáticos de 6º série, a análise dos livros didáticos de 7º série também serviram para notarmos as diferenças e as semelhanças existentes em cada livro. Também acontecendo o debate após o termino da produção dos textos.
Bibliografia
BOLIGIAN, levon [et al.]. O espaço geográfico mundial: o mundo subdesenvolvido. São Paulo. Atual, 2001.
Análise de coleção de livros didáticos 5ª a 8ª séries

1. Listar os conteúdos:
5ª Série: “A terra como morada”Esse livro tem como objetivo localizar o aluno e sua moradia, o seu espaço vivido, este trata da análise da dinâmica terrestre e seu histórico.
6ª Série: “O espaço brasileiro e sua diversidade”O conteúdo do livro se resume em paisagens, patrimônios e o rural e o urbano do Brasil.
7ª Série: “Paisagens do campo e da cidade”Esse material didático da sétima série irá relacionar o campo e a cidade nas questões relacionadas a aspectos econômicos e sociais e os problemas do campo e da cidade.
8ª Série: “Mundo, unidade e diversidade”Trata de assuntos relacionados a geografia econômica analisando os distintos modos de produção como estes se territorializam, analisando também a globalização.
2. Abordagem da GeografiaMaterialismo histórico e dialético.
3. Quanto cada conteúdo é trabalhado (um planejamento do autor)O intuito do autor é fazer com que o aluno conheça o lugar em que vivemos, outros lugares e outras culturas, entender como os homens se relacionam com a natureza e entre si para criar seu espaço geográfico.
4. Apresentar críticas a obra (análise)O livre utiliza muitas ilustrações, fotos e mapas que facilitam a aprendizagem do aluno, mas analisando o livro de sétima série desta coleção com outras coleções notamos que nosso livro fica aprisionado a discussão campo e cidade enquanto os demais analisam as Américas.
Comentário
Este trabalho foi realizado no dia 13/04/2007, em grupo e na sala de aula.O objetivo deste trabalho foi analisar os conteúdos dos materiais didáticos de cada série (5º a 8º) nos aspectos de abordagem da geografia e planejamento do autor.
Bibliografia
DELBONI, Henrique. ROTA, Paulo S. “Geografia para todos”. Ed. Scipione, 5ª 6ª 7ª 8ª séries, São Paulo, 2003.
5ª Série: “A terra como morada”Esse livro tem como objetivo localizar o aluno e sua moradia, o seu espaço vivido, este trata da análise da dinâmica terrestre e seu histórico.
6ª Série: “O espaço brasileiro e sua diversidade”O conteúdo do livro se resume em paisagens, patrimônios e o rural e o urbano do Brasil.
7ª Série: “Paisagens do campo e da cidade”Esse material didático da sétima série irá relacionar o campo e a cidade nas questões relacionadas a aspectos econômicos e sociais e os problemas do campo e da cidade.
8ª Série: “Mundo, unidade e diversidade”Trata de assuntos relacionados a geografia econômica analisando os distintos modos de produção como estes se territorializam, analisando também a globalização.
2. Abordagem da GeografiaMaterialismo histórico e dialético.
3. Quanto cada conteúdo é trabalhado (um planejamento do autor)O intuito do autor é fazer com que o aluno conheça o lugar em que vivemos, outros lugares e outras culturas, entender como os homens se relacionam com a natureza e entre si para criar seu espaço geográfico.
4. Apresentar críticas a obra (análise)O livre utiliza muitas ilustrações, fotos e mapas que facilitam a aprendizagem do aluno, mas analisando o livro de sétima série desta coleção com outras coleções notamos que nosso livro fica aprisionado a discussão campo e cidade enquanto os demais analisam as Américas.
Comentário
Este trabalho foi realizado no dia 13/04/2007, em grupo e na sala de aula.O objetivo deste trabalho foi analisar os conteúdos dos materiais didáticos de cada série (5º a 8º) nos aspectos de abordagem da geografia e planejamento do autor.
Bibliografia
DELBONI, Henrique. ROTA, Paulo S. “Geografia para todos”. Ed. Scipione, 5ª 6ª 7ª 8ª séries, São Paulo, 2003.
Fichamento do Texto 1: A Geografia na Escola

A expansão da escolaridade e o ensino da geografia
É na França que, em 1782, em pleno processo de implementação da revolução francesa com a aprovação do plano de Condorcet, começa a organização da instituição pública. A educação colocada sob a responsabilidade dos poderes públicos se constitui no instrumento que possibilitara a cada individuo, membro da sociedade, o provimento dos meios de sua sustentação em condições justas de sobrevivência. Nesta época, a educação, além de publicizada, é proclamada universal, gratuita, laica e obrigatória.Escolarizar todos os homens era condição de converter servos em cidadãos, a transformação de súditos em cidadãos, fundamental pra a ruptura do modo de produção feudal e implantação do modo de produção capitalista, só pode ser alcançada através da educação.
É neste contexto que a expansão do sistema de ensino passa a servir para assegurar a hegemonia burguesa reproduzindo as relações de classes existentes e garantindo, ao mesmo tempo, a expansão do capitalismo.A rede de escolas que então se implanta no interior dos diferentes territórios europeus com um caráter nacional, pois para a constituição do estado-nação torne-se indispensável à utilização de instituições que possibilitem a imposição da nacionalidade.A geografia é incluída nos currículos por razões geopolíticas enquanto não só marca a naturalidade do homem no espaço, mas também sustenta que o homem só é humano porque está incluído num espaço politizado, nacional.A consagração do modo dualista de encarar o homem e a natureza tão marcante tanto nas aulas como nos manuais de Geografia, decorre da minimização das relações sociais ou também da separação entre relações sociais e relações homem / natureza.
Essa geografia, denominada tradicional, se estabeleceu marcada por traços que demonstram, sobretudo a fragmentação da realidade e o privilegiamento do original em detrimento do humano.Para ensinar uma geografia que não isole sociedade e natureza, que não fragmente o saber sobre o espaço reduzindo sua dimensão de totalidade, o professor de geografia precisa conhecer a origem deste conteúdo.A geografia alemã como modelo:As primeiras colocações no sentido de uma geografia sistematizada como um saber especifico vão ocorrer na Alemanha, no século XIX.A construção da geografia moderna vincula-se a duas determinações fundamentais: a formação do estado nacional alemão e a expansão do sistema escolar. Essa geografia, tornando-se um saber universitário, não possui mais uma função estratégica. Seu papel é ideológico e, por esta razão, se converte num discurso sem conotações políticas expressas.Não deixa de ser interessante observar, então, que existem na verdade dois tipos de geografia. O primeiro – chamado por Lacoste de “fundamental” – praticada pelos estados maiores, pelas grandes empresas capitalistas e pelos aparelhos do estado. O segundo – mais recente – é praticado tanto por pesquisadores universitários como por professores.
O ultimo terço do século XIX é o período decisivo para a geografia, pois é quando esta ciência se consolida, alcança status acadêmico, após um longo período de preparação que vinha se desenvolvendo praticamente desde o século XVI.Aula de 50 minutosPara ministrar a aula sobre o texto de FONTES, Da geografia que se ensina à ciência da geografia moderna, faria primeiro uma aula expositiva de aproximadamente 30 minutos, depois faria um circulo na sala para debater o tema com os alunos e sanar as possíveis duvidas que os alunos tiveram sobre o assunto.
Comentário
Trabalho realizado dia 06/03/2007, foi feito individualmente como atividade extra-classe para a leitura e fichamento do texto: A Geografia na Escola, de Fontes.Esse texto foi de bastante valia para nós alunos, pois este faz um histórico da Geografia e como ela foi instituída como disciplina nas escolas e qual foi o papel dela em algumas épocas importantes da história escolar mundial recente.
Bibliografia
Bibliografia
FONTES, R.M.P. do A. “A geografia na escola”. In: Da geografia que se ensina à ciência da Geografia Moderna. Florianópolis: UFSC, 1989. p 20-47.
Fichamento do Texto 2: Como escolher e organizar as atividades de ensino

Como Escolher e Organizar as Atividades de Ensino
I - O Problema:
Para o professor moderno, uma etapa importante de sua profissão é a escolha de atividades de ensino adequadas aos objetivos educacionais, aos conteúdos da matéria e aos alunos:
· O professor não conhece as possibilidades e limitações dos diversos tipos de atividades de ensino;
· Numero muito reduzido de técnicas em seu repertorio didático, e mesmo pequeno esse número, não sabendo empregá-los;
· O problema do tempo. Os currículos sobrecarregados, colocando uma pesada carga horária sobre os professores e estudante, limitam o emprego de atividades variadas de ensino.
II - Pontos Chaves:
· Necessidade de que o aluno tenha alguma participação ativa no processo;
· Formulação de critérios de escolha de atividades didáticas;
· Cada atividade tem um potencial didático diferente, bem como limitações especificas;
· Não é possível oferecer “receitas didáticas”. Variam a personalidade do professor e as características dos alunos.
III - Teorização:
· Os objetivos educacionais determinam os tipos de atividades – as atividades são os veículos usados pelo professor para criar situações e abordar conteúdos que permitam ao aluno viver as aparências necessárias para sua própria transformação;
· A estrutura do assunto a ser ensinado determina o tipo de atividade – Para atingir objetivos educacionais, o aluno é exposto a assuntos ou conteúdos de matérias de natureza diversas. Aprender uma serie de fatos ou datas, não envolve o mesmo tipo de aprendizagem que aprender uma teoria;
· As características próprias das atividades de ensino determinam sua escolha - basta observar duas situações de ensino quaisquer - uma exposição oral e um trabalho em grupo – para concluir que cada atividade de ensino possui contribuições positivas e limitações peculiares;
· A etapa no processo de ensino determina o tipo de atividade mais indicado;
· O tempo e as facilidades físicas disponíveis influem sobre a escolha de atividades de ensino.
IV - Hipóteses de Solução:
· Capacidade de observar, exemplo: excursões e visitas;
· Capacidade de analisar, exemplo: painel de discusão;
· Capacidade de teorizar, exemplo: pesquisas bibliográficas;
· Capacidade de sintetizar, exemplo: fazer resenhas;
· Capacidade de aplicar e transferir o aprendido, exemplo: elaborar projetos.
V - Aplicações:
Duas dimensões:
· Complementaridade horizontal ou simultânea;
· Complementaridade longitudinal ou seqüencial.
Comentário
A produção deste texto foi realizada no dia 14/03/2007, individualmente e extra-sala.
A produção deste texto teve como finalidade aprendermos as diversas formas de passar um determinado conteúdo para os alunos. Tendo uma noção de como se deve passar esses determinados conteúdos sem perder a atenção do aluno.
Bibliografia:
BORDENAVE, J. D.; PEREIRA, A. M. Estratégias de Ensino – Aprendizagem. Petrópolis; Vozes, 1994.
I - O Problema:
Para o professor moderno, uma etapa importante de sua profissão é a escolha de atividades de ensino adequadas aos objetivos educacionais, aos conteúdos da matéria e aos alunos:
· O professor não conhece as possibilidades e limitações dos diversos tipos de atividades de ensino;
· Numero muito reduzido de técnicas em seu repertorio didático, e mesmo pequeno esse número, não sabendo empregá-los;
· O problema do tempo. Os currículos sobrecarregados, colocando uma pesada carga horária sobre os professores e estudante, limitam o emprego de atividades variadas de ensino.
II - Pontos Chaves:
· Necessidade de que o aluno tenha alguma participação ativa no processo;
· Formulação de critérios de escolha de atividades didáticas;
· Cada atividade tem um potencial didático diferente, bem como limitações especificas;
· Não é possível oferecer “receitas didáticas”. Variam a personalidade do professor e as características dos alunos.
III - Teorização:
· Os objetivos educacionais determinam os tipos de atividades – as atividades são os veículos usados pelo professor para criar situações e abordar conteúdos que permitam ao aluno viver as aparências necessárias para sua própria transformação;
· A estrutura do assunto a ser ensinado determina o tipo de atividade – Para atingir objetivos educacionais, o aluno é exposto a assuntos ou conteúdos de matérias de natureza diversas. Aprender uma serie de fatos ou datas, não envolve o mesmo tipo de aprendizagem que aprender uma teoria;
· As características próprias das atividades de ensino determinam sua escolha - basta observar duas situações de ensino quaisquer - uma exposição oral e um trabalho em grupo – para concluir que cada atividade de ensino possui contribuições positivas e limitações peculiares;
· A etapa no processo de ensino determina o tipo de atividade mais indicado;
· O tempo e as facilidades físicas disponíveis influem sobre a escolha de atividades de ensino.
IV - Hipóteses de Solução:
· Capacidade de observar, exemplo: excursões e visitas;
· Capacidade de analisar, exemplo: painel de discusão;
· Capacidade de teorizar, exemplo: pesquisas bibliográficas;
· Capacidade de sintetizar, exemplo: fazer resenhas;
· Capacidade de aplicar e transferir o aprendido, exemplo: elaborar projetos.
V - Aplicações:
Duas dimensões:
· Complementaridade horizontal ou simultânea;
· Complementaridade longitudinal ou seqüencial.
Comentário
A produção deste texto foi realizada no dia 14/03/2007, individualmente e extra-sala.
A produção deste texto teve como finalidade aprendermos as diversas formas de passar um determinado conteúdo para os alunos. Tendo uma noção de como se deve passar esses determinados conteúdos sem perder a atenção do aluno.
Bibliografia:
BORDENAVE, J. D.; PEREIRA, A. M. Estratégias de Ensino – Aprendizagem. Petrópolis; Vozes, 1994.
Fichamento texto 3: As transformações da Geografia no Brasil: Pesquisa, Ensino e Formação do Professor.

O texto mostra como que a disciplina de geografia surgiu no contexto histórico brasileiro e que esta criação se deu em 1934 com a fundação da USP, e em 1946 com a criação do departamento de geografia na mesma instituição. E nos remete também a criação da AGB (associação dos Geógrafos Brasileiros) neste mesmo período, estes seriam os propulsores da geografia no Brasil.A partir da criação da USP surgiu o bacharel em geografia, cargo até então ministrado por engenheiros, médicos, seminaristas e acadêmicos de direto.Segundo o autor, para Aroldo Azevedo a geografia ensinada naquela época era a geografia dos livros, portanto tornava-se apenas descritiva.
Este período é conhecido como “A Pré-história da geografia”.O autor cita Pasquale Petrone, que escreveu sobre a produção de livros didáticos antes de 1934, fazendo uma critica devido à baixa qualidade desses livros, com exceção aos livros de Delgado de Carvalho que tinham um caráter inovador.Delgado de Carvalho participou do movimento da Escola Nova pelas reformas do ensino na década de 30, discutindo a urgência da Geografia tornar-se uma ciência. Propôs que o território brasileiro fosse estudado através das regiões naturais. No Brasil, foi a partir de 1930 que a Geografia começou a ter seu caráter cientifico com as primeiras faculdades de filosofia, o Conselho Nacional de Geografia, o IBGE e a AGB.A geografia deste período era regida pela metodologia francesa, e em 1942 esta geografia estava dividida em geografia humana, física e do Brasil.
Nas décadas de 40 e 50 os estudos tinham um enfoque mais regional, com publicações feitas pelo IBGE, Pelo boletim geográfico, Boletim Paulista de Geografia – BPG.Segundo Pasquale Petrone a criação da Geografia moderna se da com as transformações político-econômicas e territoriais da Europa no século XIX.Neste período vários autores produziam idéias distintas para tentar compreender ou dar sustentação as modificações ocorrentes no mundo. Como Humboldt, procurando estudar o Globo sem dar destaque ao homem, Ritter, realizando estudos comparativos entre as regiões diferenciadas, procurando explicar as formas de ocupações. Marx, analisando o sistema capitalista em plena expansão e buscando explicações das relações existentes entre o homem e a natureza, Ratzel, com criação e propagação das idéias deterministas, reduzindo o homem a um animal sem considerar suas qualidades específicas, entre outros.Durante o século XIX o centro de discussão da Geografia, na Europa, concentrou-se na Alemanha, mas a França buscava o seu espaço.
Com a reforma efetiva da Terceira República, a geografia foi colocada como disciplina em todas as series do ensino básico.O autor que exerceu grande importância na Geografia brasileira neste período foi Vidal de La Blache, que estudava a relação homem-natureza numa perspectiva da paisagem, sendo o homem um ser ativo sofrendo influência do meio, que também o transforma. As idéias vidalinas e de seus seguidores deram base para a consolidação da Geografia Tradicional no Brasil, que nortearam as pesquisas das primeiras gerações de cientistas brasileiros e o trabalho pedagógico dos docentes.Pontuschka expõe de maneira contundente que em meados da década de 1950, “o espaço geográfico mundializado pelo capitalismo monopolista tornou-se complexo e as metodologias propostas pela Geografia Tradicional não eram capazes de apreender estas complexidade”.(1994, p.47).No entanto, mais importante do que as novas técnicas disponíveis para as analises espaciais foi à reflexão teórico metodológica intensificada, no Brasil, a partir da década de 70. No estado de São Paulo, reuniu-se um grupo de geógrafos do Departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia de Rio Claro, que fundaram a AGETEO, e produziram e 1971, o 1º boletim da Geografia Teorética, utilizando procedimentos quantitativo em suas analises.
Buscavam nos métodos estatísticos e nos modelos matemáticos uma analise, segundo eles, mais rigorosa do espaço. Valorizam os recursos da cibernética, da teoria da informação e das comunicações. Esses autores acreditavam que, com essa perspectiva teórica, eliminariam as dicotomias da Geografia: em relação ao objeto e ao método.Esta corrente não teve repercussão direta nas escolas de 1º e 2º grau, no entanto, medidas ligadas à política educacional do País, levaram para as escolas livros com saberes geográficos extremamente desviados, empobrecidos em seu conteúdo, desvinculados da realidade então vivida.Na formação de licenciados para a escola de 1º e 2º graus a professora de Pratica de Ensino de Geografia de Rio Claro, Lívia de Oliveira, nas décadas de 70 e 80 produziu textos ligados à metodologia do ensino da Geografia. Mas a influência do grupo de Rio Claro restringiu-se mais a pesquisa em Geografia no nível da Universidade do que no ensino fundamental e médio.
Na década de 70, segundo Pontuschka, as escolas de 1º e 2º grau sofriam com a implantação da disciplina de Estudos Sociais, imposta pela legislação oficial inspirada em modelos pedagógicos norte-americanos, que tinha como intenção eliminar gradativamente a História e a Geografia almejando um novo projeto de escola em resposta à inadequação das metodologias tradicionais.Os Estudos Sociais implantados na rede de ensino após 71, diferia do “Estudos Sociais” nos Ginásios Vocacionais da década de 60. Nessas escolas o que se almejava era um novo projeto de escola em resposta a inadequação das metodologias tradicionais. Características da Escola Nova, que no Brasil, nos Ginásios Vocacionais, segundo Balzan, foi o tratamento cientifico dado aos problemas da educação.O planejamento das atividades curriculares da área de Estudos Sociais estava baseado no seguinte modelo: área-nucleo, círculos concêntricos e estudo da comunidade. Outro aspecto importante era a permanência de dois professores em sala de aula: um de Historia outro de Geografia, garantindo cada especificidade de cada disciplina.
A criação de três tipos de licenciaturas para a formação de professores “polivalentes” para o ginásio, com duração de três anos: Estudos Sociais, Letras e Ciências, fixando em 2025 horas para a integralização do curso foram umas das repercussões da Lei 5692/71 nos Cursos de Formação do Professor.Em 1980, o Conselheiro Paulo Nathanael Pereira de Souza apresentou um projeto de licenciatura plena, que pressupunha numa separação radical entre a licenciatura e o bacharelado, o que enfraquecia a formação científica do professor.A inclusão de OSPB e EMC fragmentaram mais ainda os conhecimentos da História e Geografia, diminuindo a carga horária dessas disciplinas. Os professores de 1º e 2º graus encontravam-se desvinculados da Universidade, aproximando-se para reivindicar veementemente contras as medidas arbitrárias, combater a “falsa disciplina” e solicitar o auxílio daqueles que detêm o poder junto aos órgãos educacionais.Uma obra importante que discute esta época é “Escola, Estado e Sociedade” de Freitag, que avalia a Universidade após a Reforma de 1968, analisando a maneira pela qual essa instituição se comportou diante dos estudantes e como formaram recursos humanos qualificados necessários à futura sociedade.Esta nova Universidade tratada tinha por objetivos básicos: a solução à crise universitária, tendo como principal reivindicação à demanda de vagas e a formação dos recursos humanos para manter a dinâmica do desenvolvimento.Enquanto as escolas particulares proliferavam, sem condições materiais e humanas de realizarem pesquisas, as universidades públicas mantinham o debate sobre a ciência geográfica e o seu ensino.
Na França, principalmente, no pós-guerra continuando nas décadas seguintes, Pierre George, Yves Lacoste, Jean Tricart, procuraram o aprofundamento teórico da Geografia, utilizando o materialismo histórico e dialético nessa reflexão.Esta renovação alcançou todos os locais relacionados ao ensino e aprendizagem de geografia e as transformações não aconteceram linearmente, assim, na década de 80 e 90, continuaram os embates teórico-metodológicos entre as grandes frentes, a disputa entre a Nova Geografia, a Geografia Tradicional e a Geografia Crítica.Os professores sentiram necessidade, como trata Pontuschka, de discutir conceitos, métodos e novas abordagens teóricas par temas constantemente inseridos nas programações de Geografia, muitas vezes, não dominados, do ponto de vista teórico.Na década de 80, a Associação dos Geógrafos Brasileiros teve papel fundamental na promoção de encontros com o objetivo principal de refletir sobre o Ensino de Geografia, atingir as escolas de 1º 2º e 3º grau, descobrindo meios para minimizar a compartimentação dos conteúdos escolares e a distância do ensino de Geografia em relação à realidade social, política e econômica do País.Sendo assim, Pontuschka explana, que foi realizado o “1º Encontro Nacional de Ensino de Geografia”, em Brasília, contando com aproximadamente 2000 pessoas, número esse que refletiu as necessidades e mesmo dificuldades de os professores de Geografia em saber a metodologia a seguir, o que dar e como dar os conhecimentos geografia aos alunos nos diferentes níveis de ensino. A preocupação dos professores com mudanças estruturais na escola, no sentido de garantir a qualidade do ensino, sem considerar a Geografia isolada do contexto do currículo escolar.
Deste modo, a década de 1990 iniciou-se com grandes esperanças para a escola pública, com os professores mobilizados não aceitando as propostas governamentais a disciplina de Estudos Sociais parecia a uma suposta extinção que se deu em 1983, porém deixando um contingente de profissionais formados nessa área que continuaram a existir.As condições de trabalho, juntamente com os salários oferecidos, com aborda o autor, não atraíram os especialistas para o magistério, buscando eles outros campos profissionais ou permanecendo naqueles em que já se encontravam, acarretando uma falta de docentes nas escolas em geral. Sendo este período marcado pela presença de professores de Geografia formandos em outras disciplinas.
Comentário
Este fichamento foi realizado no dia 24/04/2007, individualmente e extra-sala.Teve como objetivo, analisar as transformações da Geografia no Brasil e mostrar algumas práticas de ensino na geografia
Bibliografia
PONTUSHCHKA, N. N. A formação Pedagógica do Professor de Geografia e as Práticas Interdisciplinares. São Paulo, 1994. Tese (Doutorado em Educação) – Faculdade de Educação – USP.
O que é o Portfólio?

O portfólio seria uma espécie de diário do aluno, onde este após cada aula coloca as suas duvidas e/ou sugestões de ensino mostrando assim um resultado mais amplo e realista do que uma avaliação tradicional. Neste portfólio também podem ser colocados trabalhos, provas, exercícios em uma pasta individual com a qual podemos saber o perfil acadêmico de cada aluno, podendo saber com isso o seu ritmo de estudo e crescimento, suas principais preferencias e dificuldades.No momento certo, todo este material contido no potfólio pode auxiliar na avaliação do aluno, do professor, da disciplina, da metodologia e do curso ou programa educacional.O portfólio seria uma melhor forma de avaliação do aluno, pois, através deste portfólio teríamos uma idéia cronológica direcionada do aprendizado do aluno, enquanto uma avaliação tradicional o avalia em apenas um momento e não em todo o decorrer das aulas.Este portfólio é de grande importância não só para a geografia como também para todos os demais cursos. Pois através destes portfólios podemos colocar os nossos trabalho, opiniões e perspectivas na Internet e deixá-los acessíveis a qualquer estudante. Com isso teremos uma maior circulação de informações causando assim um maior crescimento intelectual e de aprendizado dos alunos.
Comentário
A produção deste texto foi realizada no dia 18/04/2007, em sala e em dupla.Este texto tem como finalidade explicar o que é um potfólio, de maneira simples e direta.
Referências:
MOULIN, Nelly. Utilização do portfolio na avaliação do ensino a distância. Universidade Salgado de Oliveira. 2002.disponivel em: http://www.abed.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=4abed&infoid=112&sid=122&tpl=printerview. Acessado em 18 abril da 2007.HAMZE, Amélia. Os portfolios e os processos de ensinagem. Barretos. Disponível em http://www.brasilescola.com/pedagogia/portfolios.htm. Acessado em 18 de abril de 2007.
Comentário
A produção deste texto foi realizada no dia 18/04/2007, em sala e em dupla.Este texto tem como finalidade explicar o que é um potfólio, de maneira simples e direta.
Referências:
MOULIN, Nelly. Utilização do portfolio na avaliação do ensino a distância. Universidade Salgado de Oliveira. 2002.disponivel em: http://www.abed.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=4abed&infoid=112&sid=122&tpl=printerview. Acessado em 18 abril da 2007.HAMZE, Amélia. Os portfolios e os processos de ensinagem. Barretos. Disponível em http://www.brasilescola.com/pedagogia/portfolios.htm. Acessado em 18 de abril de 2007.
CONCLUSÃO
A realização deste blog foi de grande valia para nossa formação acadêmica e profissional, pois, através dele podemos publicar nossos trabalhos e consultar trabalhos de outros autores, e nos auxilia também de forma que pode ser uma forma de avaliarmos nossos futuros alunos. Com a chamada "inclusão digital" este trabalho foi muito importante, pois, ns inseriu ainda mais no mundo da internet e se tormou mais uma ferramenta de pesquisa.
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