
Como Escolher e Organizar as Atividades de Ensino
I - O Problema:
Para o professor moderno, uma etapa importante de sua profissão é a escolha de atividades de ensino adequadas aos objetivos educacionais, aos conteúdos da matéria e aos alunos:
· O professor não conhece as possibilidades e limitações dos diversos tipos de atividades de ensino;
· Numero muito reduzido de técnicas em seu repertorio didático, e mesmo pequeno esse número, não sabendo empregá-los;
· O problema do tempo. Os currículos sobrecarregados, colocando uma pesada carga horária sobre os professores e estudante, limitam o emprego de atividades variadas de ensino.
II - Pontos Chaves:
· Necessidade de que o aluno tenha alguma participação ativa no processo;
· Formulação de critérios de escolha de atividades didáticas;
· Cada atividade tem um potencial didático diferente, bem como limitações especificas;
· Não é possível oferecer “receitas didáticas”. Variam a personalidade do professor e as características dos alunos.
III - Teorização:
· Os objetivos educacionais determinam os tipos de atividades – as atividades são os veículos usados pelo professor para criar situações e abordar conteúdos que permitam ao aluno viver as aparências necessárias para sua própria transformação;
· A estrutura do assunto a ser ensinado determina o tipo de atividade – Para atingir objetivos educacionais, o aluno é exposto a assuntos ou conteúdos de matérias de natureza diversas. Aprender uma serie de fatos ou datas, não envolve o mesmo tipo de aprendizagem que aprender uma teoria;
· As características próprias das atividades de ensino determinam sua escolha - basta observar duas situações de ensino quaisquer - uma exposição oral e um trabalho em grupo – para concluir que cada atividade de ensino possui contribuições positivas e limitações peculiares;
· A etapa no processo de ensino determina o tipo de atividade mais indicado;
· O tempo e as facilidades físicas disponíveis influem sobre a escolha de atividades de ensino.
IV - Hipóteses de Solução:
· Capacidade de observar, exemplo: excursões e visitas;
· Capacidade de analisar, exemplo: painel de discusão;
· Capacidade de teorizar, exemplo: pesquisas bibliográficas;
· Capacidade de sintetizar, exemplo: fazer resenhas;
· Capacidade de aplicar e transferir o aprendido, exemplo: elaborar projetos.
V - Aplicações:
Duas dimensões:
· Complementaridade horizontal ou simultânea;
· Complementaridade longitudinal ou seqüencial.
Comentário
A produção deste texto foi realizada no dia 14/03/2007, individualmente e extra-sala.
A produção deste texto teve como finalidade aprendermos as diversas formas de passar um determinado conteúdo para os alunos. Tendo uma noção de como se deve passar esses determinados conteúdos sem perder a atenção do aluno.
Bibliografia:
BORDENAVE, J. D.; PEREIRA, A. M. Estratégias de Ensino – Aprendizagem. Petrópolis; Vozes, 1994.
I - O Problema:
Para o professor moderno, uma etapa importante de sua profissão é a escolha de atividades de ensino adequadas aos objetivos educacionais, aos conteúdos da matéria e aos alunos:
· O professor não conhece as possibilidades e limitações dos diversos tipos de atividades de ensino;
· Numero muito reduzido de técnicas em seu repertorio didático, e mesmo pequeno esse número, não sabendo empregá-los;
· O problema do tempo. Os currículos sobrecarregados, colocando uma pesada carga horária sobre os professores e estudante, limitam o emprego de atividades variadas de ensino.
II - Pontos Chaves:
· Necessidade de que o aluno tenha alguma participação ativa no processo;
· Formulação de critérios de escolha de atividades didáticas;
· Cada atividade tem um potencial didático diferente, bem como limitações especificas;
· Não é possível oferecer “receitas didáticas”. Variam a personalidade do professor e as características dos alunos.
III - Teorização:
· Os objetivos educacionais determinam os tipos de atividades – as atividades são os veículos usados pelo professor para criar situações e abordar conteúdos que permitam ao aluno viver as aparências necessárias para sua própria transformação;
· A estrutura do assunto a ser ensinado determina o tipo de atividade – Para atingir objetivos educacionais, o aluno é exposto a assuntos ou conteúdos de matérias de natureza diversas. Aprender uma serie de fatos ou datas, não envolve o mesmo tipo de aprendizagem que aprender uma teoria;
· As características próprias das atividades de ensino determinam sua escolha - basta observar duas situações de ensino quaisquer - uma exposição oral e um trabalho em grupo – para concluir que cada atividade de ensino possui contribuições positivas e limitações peculiares;
· A etapa no processo de ensino determina o tipo de atividade mais indicado;
· O tempo e as facilidades físicas disponíveis influem sobre a escolha de atividades de ensino.
IV - Hipóteses de Solução:
· Capacidade de observar, exemplo: excursões e visitas;
· Capacidade de analisar, exemplo: painel de discusão;
· Capacidade de teorizar, exemplo: pesquisas bibliográficas;
· Capacidade de sintetizar, exemplo: fazer resenhas;
· Capacidade de aplicar e transferir o aprendido, exemplo: elaborar projetos.
V - Aplicações:
Duas dimensões:
· Complementaridade horizontal ou simultânea;
· Complementaridade longitudinal ou seqüencial.
Comentário
A produção deste texto foi realizada no dia 14/03/2007, individualmente e extra-sala.
A produção deste texto teve como finalidade aprendermos as diversas formas de passar um determinado conteúdo para os alunos. Tendo uma noção de como se deve passar esses determinados conteúdos sem perder a atenção do aluno.
Bibliografia:
BORDENAVE, J. D.; PEREIRA, A. M. Estratégias de Ensino – Aprendizagem. Petrópolis; Vozes, 1994.
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